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Passo a Passo-Receitas De Tricô À Máquina Elgin-Brother 840, Lanofix 321... Lanofix LK150 ou Elgin KX350 Fios Lã E Linha 2/28 E Grossos
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A Historia De Hanã -Primeiras Pregações
Primeiras Pregações
Nos primeiros dias do ano
30, antes de suas gloriosas manifestações, avistou-se Jesus com o Batista, no
deserto triste da Judéia, não muito longe das areias ardentes da Arábia.
Ambos
estiveram juntos, por alguns dias, em plena Natureza, no campo ríspido do jejum
e da penitência do grande precursor, até que o Mestre Divino, despedindo-se do
companheiro, demandou ao oásis de Jericó, uma bênção de verdura e águas entre as
inclemências da estrada agreste.
De Jericó dirigiu-se então a Jerusalém, onde
repousou, ao cair da noite.
Sentado como
um peregrino, nas adjacências do Templo, Jesus foi notado por um grupo de
sacerdotes e pensadores ociosos,
que se sentiram atraidos pelos seus traços de formosa originalidade, e pelo seu
olhar lúcido e profundo. Alguns deles se afastaram, sem maior interesse, mas
Hanã, que seria, mais tarde, o juiz inclemente de sua causa, aproximou-se do
desconhecido e dirigiu-se-lhe com orgulho:
- Galileu, que fazes na cidade?
- Passo por Jerusalém, buscando a fundação do Reino de Deus! exclamou o Cristo, com modesta nobreza.
- Reino de Deus? tornou o sacerdote com acentuada ironia. E que pensas tu venha a ser isso?
- Esse Reino, é a obra divina no coração dos
homens! esclareceu Jesus, com grande
serenidade.
- Obra divina... em tuas
mãos? revidou Hanã, com uma gargalhada
de desprezo.
E, continuando as suas
observações irônicas, perguntou:
- Com
que contas para levar avante essa difícil empresa? Quais são os teus seguidores
e companheiros?... Acaso terás conquistado o apoio de algum príncipe
desconhecido e ilustre, para auxiliar-te na execução de teus planos?
- Meus companheiros hão de chegar de todos os
lugares, respondeu o Mestre com humildade.
- Sim
observou Hanã, — os ignorantes e os tolos estão em toda parte na Terra. - Certamente que esse
representará o material de tua edificação.
Entretanto, propões-te realizar uma
obra divina e já viste alguma estátua perfeita modelada em fragmentos de lama?
- Sacerdote replicou-lhe Jesus, com energia serena, — nenhum mármore
existe mais puro e mais formoso do que o do sentimento,... e nenhum cinzel é
superior ao da boa-vontade.
Impressionado com a resposta firme e inteligente, o famoso juiz ainda
interrogou:
- Conheces Roma ou
Atenas?
- Conheço o Amor e a Verdade
disse Jesus convictamente.
- Tens ciência
dos códigos da Corte Provincial e das leis do Templo? inquiriu Hanã,
inquieto.
- Sei qual é a vontade de meu
Pai que está nos céus respondeu o
Mestre, brandamente.
- O sacerdote o
contemplou irritado e, dirigindo-lhe um sorriso de profundo desprezo, demandou
a Torre Antônia, em atitude de orgulhosa superioridade.
No dia seguinte, pela manhã, o mesmo formoso
peregrino foi ainda visto a contemplar as maravilhas do santuário, alguns
minutos antes de internar-se pelas estradas banhadas de sol, a caminho de sua
Galiléia distante.
Daí a algum tempo, depois de haver passado
por Nazaré, descansando igualmente em Caná, Jesus se encontrava nas
circunvizinhanças da cidadezinha de Cafarnaum, como se procurasse, com viva
atenção, algum amigo que estivesse à sua espera.
Em breves instantes, ganhou as margens do
Tiberíades e se dirigiu, resolutamente, a um grupo alegre de pescadores, como
se, de antemão, os conhecesse a todos.
A
manhã era bela, no seu manto diáfano de radiosas neblinas. As águas
transparentes vinham beijar os eloendros da praia, como se brincassem ao sopro
das virações perfumadas da Natureza.
Os pescadores entoavam uma cantiga rude e,
dispondo inteligentemente as barcaças móveis, deitavam as redes, em meio de
profunda alegria.
Jesus aproximou-se do
grupo e, assim que dois deles desembarcaram em terra, falou-lhes com
amizade:
- Simão e André, filhos de
Jonas, venho da parte de Deus e vos convido a trabalhar pela instituição de seu
reino na Terra!
André lembrou-se de já o
ter visto, nas cercanias de Betsaida, e do que lhe haviam dito a seu respeito,
enquanto que Simão, embora agradavelmente surpreendido, o contemplava, enleado.
Mas, quase a um só tempo, dando expansão aos seus temperamentos acolhedores e
sinceros, exclamaram respeitosamente:
- Sede bem-vindo!... Jesus então lhes falou docemente do
Evangelho, com o olhar incendiado de júbilos divinos.
Estando muitos outros companheiros do lago a
observar de longe os três, André, manifestando a sua tocante ingenuidade,
exclamou comovido:
- Um rei? Mas em
Cafarnaum existem tão poucas casas!..
Ao
que Pedro obtemperou, como se a boa-vontade devesse suprir todas as
deficiências:
- O lago é muito grande e
há várias aldeias circundando estas águas, O reino poderá abrangê-las
todas!
Isso dizendo, fixou em Jesus o
olhar perquiridor, como se fora uma grande criança meiga e sincera, desejosa de
demonstrar compreensão e bondade.
O Senhor esboçou um sorriso sereno, e, como se
adiasse com prazer as suas explicações para mais tarde, inquiriu
generosamente:
- Quereis ser meus
discípulos?
André e Simão se
interrogaram a si mesmos, permutando sentimentos de admiração embevecida.
Refletia Pedro: - que homem seria aquele? onde já lhe escutara o timbre carinhoso
da voz íntima e familiar?
Ambos os pescadores se esforçavam por dilatar o
domínio de suas lembranças, de modo a encontrá-lo nas recordações mais
queridas.
Não sabiam, porém, como explicar aquela fonte de confiança e de amor
que lhes brotava no âmago do espírito e, sem hesitarem, sem uma sombra de
dúvida, responderam simultaneamente:
- Senhor, seguiremos os teus passos.
Jesus os abraçou com imensa ternura e, como os demais companheiros se
mostrassem admirados e trocassem entre si ditérios ridicularizadores, o Mestre,
acompanhado de ambos e de grande grupo de curiosos, se encaminhou para o centro
de Cafarnaum, onde se erguia a
Intendência de Ântipas.
Entrou calmamente na coletoria e, avistando um
funcionário culto, conhecido publicano da cidade, perguntou-lhe:
- Que fazes tu, Levi?
O interpelado fixou-o com surpresa; mas,
seduzido pelo suave magnetismo de seu olhar, respondeu sem demora:
- Recolho os impostos do povo, devidos a Herodes.
- Queres vir comigo para recolher os bens do
céu? perguntou-lhe Jesus, com firmeza e
doçura.
Levi, que seria mais tarde o
apóstolo Mateus, sem que pudesse definir as santas emoções que lhe dominaram a
alma, atendeu, comovido:
- Senhor, estou
pronto!..
- Então, vamos disse Jesus, abraçando-o.
Em seguida, o numeroso grupo se dirigiu para
a casa de Simão Pedro, que oferecera ao Messias acolhida sincera em sua
residência humilde, onde o Cristo fez a primeira exposição de sua consoladora
doutrina, esclarecendo que a adesão desejada era a do coração sincero e puro,
para sempre, às claridades do seu reino.
Iniciou-se naquele instante a eterna
união dos inseparáveis companheiros. Na tarde desse mesmo dia, o Mestre
fez a primeira pregação da Boa Nova na praça ampla, cercada de verdura e situada
naturalmente junto às águas.
No céu,
vibravam harmonias vespertinas, como se a tarde possuísse também uma alma
sensível.
As árvores vizinhas acenavam os ramos verdes ao vento do crepúsculo,
como mãos da Natureza que convidassem os homens à celebração daquele primeiro
ágape.
As aves ariscas pousavam de leve nas alcaparreiras mais próximas, como se também desejassem senti-lo, e na praia extensa se acotovelava a grande
multidão de pescadores rústicos,... de mulheres aflitas, por continuadas flagelações,... de crianças sujas e abandonadas,... misturados com publicanos,... pecadores com homens
analfabetos e simples,... que haviam acorrido, ansiosos por ouvi-lo.
Jesus contemplou a multidão e enviou-lhes um
sorriso de satisfação.
Contrariamente às ironias de Hanã, ele aproveitaria o Sentimento como mármore precioso,... e a boa vontade como cinzel divino.
Os ignorantes do mundo,... os fracos,... os
sofredores,... os desalentados,... os doentes e os pecadores,... seriam em suas mãos o
material de base para a sua construção eterna e sublime.
Converteria toda
miséria e toda dor num cântico de alegria, e, tomado pelas inspirações sagradas
de Deus, começou a falar da maravilhosa beleza do seu reino.
Magnetizado pelo
seu amor, o povo o escutava num grande transporte de ventura. No céu havia uma
vibração de claridade desconhecida.
Ao
longe, no firmamento de Cafarnaum, o horizonte se tornara um deslumbramento de
luz e, bem no alto, na cúpula dourada e silenciosa, as nuvens delicadas e alvas
tomavam a forma suave das flores e dos arcanjos do Paraíso.
Do livro BOA NOVA
Pelo Espírito - Humberto De Campos
psicografia - Francisco
Cândido Xavier
Pense Nisso...
- PEDI E OBTEREIS
- Transmissão Do Pensamento - Ação Da Prece (perfeito!)
- ESTRANHA MORAL - Capítulo XXIII
- A BALANÇA (ótima história!)
- COMPANHEIROS ALTERADOS (ÓTIMA MENSAGEM!)
- Se Fosse Um Homem De Bem, Teria Morrido
- Perda De Pessoas Amadas. Mortes Prematuras (ótimo)
- Causas Anteriores Das Aflições (Ótimo) parte 3
- Causas Atuais Das Aflições (ótimo) parte 2
- Justiça Das Aflições (vale muito a pena lêr!!!) parte 1
- Condição Da Fé Inabalável (ótimo!)
- O Penhor Da Segurança De Todos. (vale a pena lêr.)
- A Educação (ótima mensagem... vale a pena lêr!)
- 5) Eternidade (continue lendo)
- 6) O Rio - Ótima História... você vai gostar... (leia mais...)
- " O Bolo " - Ótima História (Vale a pena lêr...)
- Abraços Grátis... (linda mensagem... linda imagem...vale a pena!)
- Bens Externos (leia... vale a pena!)
- Capítulo VII - Bem-Aventurados Os Pobres De Espíri...
- Um Dos Muitos Motivos Da Vinda De Jesus - Meu Rein...
- S I T - Nova Doença Social (leia... vale a pena)
- 38) A História Da Formiga (vale a pena lêr)
AS LEIS DE DEUS (ótima explicação!)
AS LEIS DE DEUS
Todas as leis de Deus existem para atender os processos de vida cósmica, nos quais tudo se encontra mergulhado.
Do mesmo modo que uma cidade para existir e funcionar devidamente carece de normativas variadas, desde o traçado ou mapeamento urbano, passando pelos códigos diversos para o trânsito, para o mercantilismo, para os processos de compra e venda, até as questões dos direitos e dos deveres dos cidadãos, dos grupos, das sociedades em seus diferenciados segmentos;
Não poderiam ser diferente ou tratados de modo inferior, os multiplicados códigos e leis que regulam a vida nessa gigantesca cidade sideral que é o planeta Terra, bem como nesse estado imenso que é o nosso sistema solar, até os seus relacionamentos com as outras comunidades cósmicas, além do que conhecemos.
As leis de Deus, ajustadas às necessidades das Suas criaturas, vibram em toda parte, vibram em todas as coisas e em todos os seres.
Cabe a cada um de nós, cidadãos dessa vastíssima comunidade sideral, enquadrarmo-nos no cumprimento dessas determinações que visam ao bem geral, partindo do bem individual.
Urge que não desconheçamos que, não obstante marcados pelas leis do campo moral, na condição de espíritos eternos, sofremos a atuação das leis que regem o campo físico, em virtude de estarmos, ainda, vestidos por uma indumentária corpórea, habitando uma cidade planetária de características eminentemente materiais.
Vale cumprir os preceitos dessas Leis, para que alcancemos a conquista de nós mesmos, alcandorando-nos para a Grande Luz.
Tudo é regido pelas Leis de Deus, e nós somos os que devemos evoluir, a fim de fazer com que se cumpram esses dispositivos em todo o universo, ocupando a nossa posição de cooperadores do Criador, para homenagear a vida, cantando em toda a parte as glórias do Senhor.
(De “Nossas Riquezas Maiores”, de J. Raul Teixeira – diversos espíritos)
DEIXE SEU RECADO
A Escola Das Almas - (Linda mensagem!!!)
A Escola Das Almas
Congregados, em torno do Cristo, os domésticos de Simão ouviram a voz suave e persuasiva do Mestre, comentando os sagrados textos.
Quando a palavra divina terminou a formosa preleção, a sogra de Pedro indagou, inquieta:
— Senhor, afinal de contas, que vem a ser a nossa vida no lar?
Contemplou-a Ele, significativamente, demonstrando a expectativa de mais amplos esclarecimentos, e a matrona acrescentou:
— Iniciamos a tarefa entre flores para encontrarmos depois pesada colheita de espinhos.
No começo é a promessa de paz e compreensão; entretanto, logo após, surgem pedras e dissabores...
Reparando que a senhora galiléia se sensibilizara até às lágrimas, deu-se pressa Jesus em responder:
— O lar é a escola das almas, o templo onde a sabedoria divina nos habilita, pouco a pouco, ao grande entendimento da Humanidade.
E, sorrindo, perguntou:
— Que fazes inicialmente às lentilha, antes de servi-las à refeição?
A interpelada respondeu, titubeante:
— Naturalmente, Senhor, cabe-me levá-las ao fogo para que se façam suficientemente cozidas. Depois, devo temperá-las, tornando-as agradáveis ao sabor.
— Pretenderias, também, porventura, servir pão cru à mesa?
— De modo algum, tornou a velha humilde, antes de entregá-lo ao
consumo caseiro, compete-me guardá-lo ao calor do forno. Sem essa medida...
O Divino Amigo então considerou:
— Há também um banquete festivo, na vida celestial, onde nossos sentimentos devem servir à glória do Pai.
- O lar, na maioria das vezes, é o cadinho santo ou o forno preparador.
O que nos parece aflição ou sofrimento dentro dele é recurso espiritual. O coração acordado para a Vontade do Senhor retira as mais luminosas bênçãos de suas lutas renovadoras, porque, somente aí, de encontro uns com os outros, examinando aspirações e tendências que não são nossas, observando defeitos alheios e suportando-os, aprendemos a desfazer as próprias imperfeições.
Nunca notou a rapidez da existência de um homem? A vida carnal é idêntica à flor da erva. Pela manhã emite perfume, à noite, desaparece...
- O lar é um curso ligeiro para a fraternidade que desfrutaremos na vida eterna. Sofrimentos e conflitos naturais, em seu círculo, são lições.
A sogra de Simão escutou, atenciosa, e ponderou:
— Senhor, há criaturas, porém, que lutam e sofrem; no entanto, jamais aprendem.
O Cristo pousou na interlocutora os olhos muito lúcidos e tornou a indagar:
— Que fazes das lentilhas endurecidas que não cedem à ação do fogo?
— Ah! sem dúvida, atiro-as ao monturo, porque feririam a boca do comensal descuidado e confiante.
— Ocorre o mesmo — terminou o Mestre — com a alma rebelde às sugestões edificantes do Lar.
- A luta comum mantém a fervura benéfica; todavia, quando chega a morte, a grande selecionadora do alimento espiritual para os celeiros de Nosso Pai, os corações que não cederam ao calor santificante, mantendo-se na mesma dureza, dentro da qual foram conduzidos ao forno bendito da carne, serão lançados fora, a fim de permanecerem, por tempo indeterminado, na condição de adubo, entre os detritos da Natureza.
do livro Jesus No Lar
Francisco Cândido Xavier
Pelo Espírito Neio Lúcio
Dormir,... É Coisa Séria...
Dormir
É Coisa Séria
Passamos em média mais de 30% da vida dormindo e consideramos ser somente
um descanso físico, e isso é um engano.
Nos arrumamos para eventos, vestimos uniforme para trabalhar, nos
produzimos para festas, entre outros e esquecemos de nos prepararmos
adequadamente para o momento do sono, ou seja o momento em que a alma emancipa.
Por quê deveríamos nos preparar e como nos prepararíamos?
-Devemos nos preparar pois, poderemos nos encontrar com entes queridos
desencarnados, amigos e até nosso benfeitor (nosso anjo).
-Devemos não perturbar nossa mente com os problemas do dia, não
assistirmos filmes violentos, não ouvirmos músicas agitadas, não discutir,
entre tantas outras dicas.
Mude seus hábitos lendo um livro edificante, ouvindo uma música
clássica, fazendo uma oração sentida ou uma reflexão com quem mora com você,
etc. Essas ajudas irão contribuir até para sua memória na experiência.
- É,... dormir,... é coisa séria.
Stela Onishi





